ISBN:
9789722231053
Publisher:
Verbo
Year:
2014
Pages:
96
Inside this book
Praise
  • «A escrita (da Vera) junta conhecimento com humor, jogos de palavras com jogos de vida, relatos com introspecções. Tudo isto acontece sem se ver, o que é prova da perícia da sua escrita.(...) a boa literatura para crianças e jovens é boa para todos, e este livro é um excelente exemplo disso. A Vera merecia um destaque muito sério para a sua escrita.»
    Margarida Fonseca Santos
  • Achei o livro muito bonito e inspirador.
    Obrigado.
    Nuno Ramos
  • «É um livro de estórias maravilhoso que só se consegue parar de ler quando a última acaba. Adorei. Ontem à noite li gulosamente todas as estórias, tenho uma preferida "língua afiada", é uma guilhotina a contar a sua vida. Recomendo este livro. Comprem e leiam e depois digam-me o que acharam.
    Um excerto:
    "Tenho alma de mulher. Gosto de me sentir bem no meu corpo e no dos outros que me visitam. Tive muitos homens... mas também muitas mulheres. Não foi opção minha, entenda-se, mas acabou por acontecer. É algo que me ultrapassa, algo sobre o qual não tenho controlo algum, e nenhuma saída me resta senão a de me entregar por inteiro. Lamento que tivessem sido relações tão fugazes, mas a sua efemeridade foi claramente demonstrada à partida, como uma espada pairando sobre as cabeças ( perdoem-me , mas não resisto a estes pequenos jogos de palavras). Eles sabem para o que vêm."
    in Língua afiada, «Coisandês, a vida nas coisas», de Vera de Vilhena»
    Germana Vaz Pinto Filipe
  • «Primeiro que tudo quero desejar os parabéns pelo prémio, tão merecido, do livro "Coisandês" e que também já o li.
    Gostei mesmo muito do livro; acho que não é nada "díficil" de ler, que é adequado a qualquer faixa etária e mesmo muito interessante.
    Pessoalmente, a história da guilhotina e da bengala são as minhas preferidas.
    Aliás, gostei tanto que o li, com muito prazer, em menos de três horas.
    Novamente, muitos parabéns pelo excelente trabalho e admito que nunca mais vou conseguir olhar para uma agulha, uns óculos ou até um microfone da mesma maneira.»
    Muitos beijinhos,
    Teresa!
    Teresa Menezes
  • Querida Vera

    Mais uma vez, o Coisandês, superou as minhas espetativas. Sem saber ao certo o que iria encontrar,encontrei Originalidade e Criatividade, agora falada por objetos do nosso quotidiano. Aqui os objetos têm uma vida própria, e os humanos não lhes dão o devido valor. Agora sei como se encontra uma agulha num palheiro e mais, porque se encontra a tal agulha. Este conjunto de contos é superior (na minha opinião de leitora) aos contos de J. Marillier, que foram publicados no ano passado e 2 deles ganharam este ano o 1º e 2º prémios numa editora australiana. Os contos do Coisandês, além da boa disposição, da lógica, sensibilidade e tudo o resto mencionado atrás, têm o fator X , que é raro nos escritores de agora, a Excelência da Escrita.Eu daria a todos os contos do Coisandês, o 1º,2º,3º (e por aí fora) prémios, pois J. Marillier nos contos publicados, utilizou uma escrita de baixo nível, confusa e ilógica. Vera de Vilhena utilizou a escrita perfeita.
    Elsa Esteves
  • Vera de Vilhena (Lisboa, 1969), cantora profissional desde 1989, estreou-se como compositora no álbum Luar, de Rita Guerra, e na ficção e poesia, na revista Egoísta. Em 2006 trocou a cidade pelo campo e pelo mar e mudou-se para perto da Ericeira. Desde 2009 que é também revisora de texto e coordenadora de oficinas de escrita criativa. Obras publicadas: O Pisa-papéis (pseud. Vera Vê), novela (DG edições, 2006 (esgotado), A Ilha de Melquisedech - Mnemon, (Chiado Editora, Dez 2013); Coisandês, a vida nas coisas, contos vocacionado para adolescentes (Prémio Revelação APE/Babel, 2014, Verbo/Babel; Fora do mundo (poesia, Poética edições, 2014); "Nem sempre os pinheiros são verdes" (contos, vários autores, 2016, Poética Edições"). Mantém o blogue veravilhena.blogspot.pt/, o site veravilh.wix.com/gavetas-e-gavetinhas e a página oficial no facebook: Ilha de Melquisedech.